quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Baiona - Crónicas da India e Nepal - 2ª Parte

Passar a fronteira para o Nepal antes de amanhecer parecia o Farwest, com as ruas desertas, um oficila de emigracao indiano corrupto, pois cobrou-nos pelos carimbos e um controlo policila que se limitava a perguntar se ja tinhamos os carimbos. A maioris das pessoas que passa a fronteira sao indianas ou nepalesas e para elas a fronteira esta aberta logo a policis nao ligar muito a quem passa.
Em Lumbini visitamos o local do nascimento de Buda e os seus muitos mosteiros de vario paises do mundo.
Kathmandu, capital do Nepal, vive para os turistas, cetro dos que se deslocam para o zona do Evereste, pulvilhada de lojas de material de montanhismo e de agencias de viagens de trekking onde e possivel encontrar os mais variados tours incluindo voos de aviao para ver o Everest.
Com as ruas bem mais asseadas que as da India, nao faltavcam tambem os restaurantes com musica ao vivo ao vivo ao jantar, o que nos agradou imenso.
Para nos nada de trekking, pois as chuvas estavam a chegar e o tempo disponivel nao era muito, pelo menos para o camarada Stelmo. Ficamo-nos por passeios pela cidade e por locais de interesse na periferia.
Num dos passeios fomos ate Boudha, local para onde vieram exilados do Tibete e como tal maoiritariamente budista. Ficamos a saber que tambem ha freiras budistas e que tal como os monges rapam o cabelo, usando as mesmas vestes que estes.
Encontra-mos tambem uma familia Sherpa, povos das montanhas, que estavam celebrando um curioso ritual e ao qual acabamos participando sendo pintados com farinha e bebendo a bebida tipica deles que lhes da forca.
Viajamos ate Pokhara, com o seu belo lago como atractivo e centro dos que vao para a zona do Mente Annapurna. A moncao chegou e nos chegamos ate ela apanhando o terceiro dia dia de chuva dela, para nos o primeiro.
Depois de muita procura finalmente o camarada Stelmo encontrou um cabo para o carregador do seu telemovel oriental e super especial.
No Nepal ha apenas uma estrada pricipal de asfalto que atravessa todo o pais na zona de menor altitude, o Terai e para onde correm as aguas dos rios que vem das montanhas.
Quando a moncao vem faz os seus estragos e uma viagem que deveria demorar 12 horas, demorou praticamente o dobro, com uma espera de varias horas pelo amanhecer e pelo chegar da bulldozer militar para desimpedir a estrada das varias derrocadas que se deram.


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